Economia

App do Tesouro Direto sai do ar em 17 de agosto; veja o que muda

Acesso passa a ser pelo Portal do Investidor ou pelo aplicativo da corretora; títulos e histórico ficam preservados

O aplicativo do Tesouro Direto será desativado em 17 de agosto de 2026. A partir dessa data, quem investe em títulos públicos federais passa a acessar a carteira pelo Portal do Investidor, no site do programa, ou pelo aplicativo da instituição financeira em que mantém a conta de investimentos.

O app já foi retirado da Google Play e da App Store, o que impede novos downloads. Quem tem o programa instalado no celular continua com acesso apenas até a data da desativação.

O que acontece com os investimentos

O Tesouro Direto informou que a mudança não altera nada nas aplicações já feitas. Títulos adquiridos, valores investidos, rentabilidade acumulada e histórico de operações permanecem preservados e continuam disponíveis para consulta nos canais que seguem no ar.

Pelo Portal do Investidor é possível acompanhar a carteira, consultar títulos, verificar rentabilidade, fazer novas aplicações, solicitar resgates e acessar o histórico completo de operações. O acesso é feito com login próprio no site do Tesouro Direto.

  • Data da desativação: 17 de agosto de 2026
  • Situação atual: app já removido da Google Play e da App Store
  • Onde acessar depois: Portal do Investidor ou aplicativo da corretora ou banco
  • Investimentos: títulos, valores, rentabilidade e histórico seguem preservados
  • Novo aplicativo: anunciado como projeto futuro, sem data definida

Segundo o programa, a desativação é um passo para a construção de uma nova experiência para o investidor, que será apresentada mais adiante. Não há prazo divulgado para o lançamento dessa nova ferramenta.

O que fazer antes do dia 17

Quem usa o app como principal canal deve testar antes o acesso ao Portal do Investidor, para confirmar login e senha e evitar transtorno em uma eventual necessidade de resgate. Vale também checar se o aplicativo do banco ou da corretora exibe a posição em títulos públicos, já que a interface varia entre instituições.

Para quem faz aportes mensais programados, a orientação prática é verificar se o agendamento está configurado pela instituição financeira, e não pelo aplicativo que será encerrado.

O Tesouro Direto é o programa do Tesouro Nacional em parceria com a B3 para venda de títulos públicos a pessoa física. As aplicações podem começar com valores baixos e os títulos disponíveis incluem opções atreladas à Selic, à inflação e prefixadas.

Outras mudanças recentes em serviços financeiros que afetam o bolso do brasiliense estão no acompanhamento do portal sobre calendários e prazos de restituição do Imposto de Renda.

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