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Votação em 4 de outubro: os seis cargos na ordem e os dígitos de cada um

Deputado federal abre a sequência e presidente fecha; no DF, a segunda tela é a de deputado distrital

O eleitor de Brasília vai registrar seis votos na urna eletrônica em 4 de outubro, sempre na mesma ordem: deputado federal, deputado distrital, dois senadores, governador e presidente da República. A sequência foi detalhada pela Agência Senado em 16 de setembro.

A votação acontece das 8h às 17h, no horário de Brasília. Quem chega à seção com a ordem na cabeça evita o erro mais comum da cabine, que é digitar o número de um cargo na tela de outro.

A ordem e quantos números digitar

  • Deputado federal: 4 dígitos.
  • Deputado distrital: 5 dígitos. No resto do país, esse voto é para deputado estadual.
  • Senador, primeira vaga: 3 dígitos.
  • Senador, segunda vaga: 3 dígitos.
  • Governador: 2 dígitos.
  • Presidente da República: 2 dígitos.

São duas vagas de senador em disputa nesta eleição, e por isso a urna pede dois números em telas separadas. O eleitor escolhe dois nomes, um em cada etapa.

O que a tela mostra antes do confirma

Depois de digitar o número, a urna exibe a foto, o nome completo, o cargo e o partido do candidato. É o momento de conferir se a pessoa que aparece é mesmo a pretendida, porque o voto só é registrado quando se aperta a tecla verde, escrita CONFIRMA.

Se o número digitado estiver errado, a tecla laranja CORRIGE apaga o que foi teclado e permite recomeçar aquele cargo. A tecla BRANCO, branca, registra voto em branco para o cargo em tela. Não existe volta: depois do CONFIRMA, aquele voto está registrado e a urna avança para o cargo seguinte.

Anota aí antes de sair de casa

  • Leve documento oficial com foto. O e-Título vale como identificação para votar.
  • Confira a seção e o local de votação antes de sair. A consulta é gratuita no aplicativo e no site da Justiça Eleitoral.
  • Anote os números dos seis cargos em um papel ou no celular. Consultar a anotação dentro da cabine é permitido.
  • Vá com folga de horário. Quem já está na fila no fechamento da seção recebe senha e vota; quem chega depois das 17h, não.

Por que a ordem é essa

A sequência começa pelos cargos com mais candidatos e mais dígitos e termina nos de número curto. Deputado federal e distrital são as duas telas em que o eleitor mais erra, porque são também as listas mais longas: é ali que vale ter o número anotado.

Em Brasília, a diferença para o resto do país está na segunda tela. O DF não elege deputado estadual, e sim deputado distrital, que ocupa as 24 cadeiras da Câmara Legislativa e vota tanto matéria estadual quanto municipal.

Quem quiser ver a urna de perto antes do dia da votação pode conferir a mostra sobre o equipamento montada no Congresso, que o Daqui de Brasília detalhou em exposição sobre a urna eletrônica no Senado.

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