Viadutos 10 e 11 do Eixão voltam a receber trânsito no Buraco do Tatu
Liberação ocorreu na noite de 30 de julho, depois de teste de carga e do asfaltamento das quatro alças de retorno
Os viadutos 10 e 11 do Eixo Rodoviário Norte, a DF-002, foram liberados para o trânsito na noite de quinta-feira, 30 de julho. As estruturas ficam na altura do Buraco do Tatu e concentram as alças de retorno usadas por quem precisa mudar de sentido sem sair do Eixão.
A liberação encerra a fase mais sensível da obra de recuperação. Antes da abertura, as equipes concluíram o asfaltamento da última das quatro alças de retorno, fizeram a limpeza do canteiro e finalizaram a sinalização do trecho.
O que foi feito na obra
A intervenção envolveu a recuperação das estruturas dos dois viadutos. Em 25 de julho, cinco dias antes da abertura, foi realizado o teste de carga, procedimento que verifica o comportamento da estrutura sob peso controlado antes de a via voltar a receber tráfego normal.
Concluída essa etapa, seguiram os serviços de acabamento: pavimentação das alças, recomposição do gramado no entorno e sinalização horizontal e vertical. A recomposição da área verde ao redor do canteiro é o item que ainda estava em finalização no momento da liberação.
O que muda para quem circula
O Buraco do Tatu é um dos pontos de conversão mais usados do Plano Piloto. Com os retornos fechados, motoristas que precisavam inverter o sentido no trecho tinham de seguir adiante e buscar alternativa mais distante, com quilometragem e tempo extras no percurso.
- As quatro alças de retorno voltaram a operar, e o acesso entre as pistas do Eixão Norte foi restabelecido no ponto
- Quem vinha desviando por tesourinhas e vias vizinhas pode retomar o trajeto habitual
- A sinalização do trecho foi refeita, o que exige atenção nos primeiros dias para quem se acostumou ao desvio
O Eixão é a espinha dorsal da circulação no Plano Piloto e liga as superquadras da Asa Norte e da Asa Sul sem semáforo. Qualquer interdição nesse eixo desloca fluxo para o Eixinho e para as vias internas das quadras, que não têm capacidade para absorver o volume por longos períodos.
A recomendação para os primeiros dias de operação é reduzir a velocidade na aproximação das alças, onde a pintura nova e a mudança de traçado podem confundir quem circulava pelo desvio. Vale conferir as condições do trecho antes de sair, sobretudo nos horários de pico da manhã e do fim da tarde.