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Visita ao Congresso só entra com agendamento online; veja dias, horário e regras

Congresso Nacional só recebe visita com agendamento pela internet. Veja dias, horário, regras de roupa, o que não pode levar e como marcar de graça.

Neste texto7 tópicos
  1. Quais dias e horários dá para visitar
  2. Por onde entrar e onde deixar o carro
  3. O que muda se você já tinha o costume de aparecer sem avisar
  4. O que o roteiro mostra por dentro
  5. O que pode e o que não pode levar
  6. Acessibilidade e visita em outro idioma
  7. O que fazer antes de sair de casa

A partir desta segunda-feira (28), quem quiser visitar o Palácio do Congresso Nacional precisa marcar hora antes pela internet, no endereço congressonacional.leg.br/visite. Quem chegar sem agendamento não entra no roteiro guiado.

O anúncio é do Senado, que informou a mudança em 25 de setembro. A justificativa é prática: com horário marcado, o visitante já sabe a que horas entra e a fila na rampa encolhe.

A visita continua sem custo. A pergunta está respondida na página oficial do programa, na seção de dúvidas frequentes: "Nada! As visitas institucionais são realizadas gratuitamente pelos mediadores do Congresso Nacional".

Quais dias e horários dá para visitar

O palácio abre à visitação às segundas, quintas, sextas, sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h. Terças e quartas ficam fora, porque são os dias de maior movimento legislativo nas duas Casas.

Os grupos têm no máximo 50 pessoas. O percurso inteiro dura cerca de 50 minutos, e a recomendação oficial é chegar com pelo menos 30 minutos de antecedência, por causa da identificação e do detector de metais.

ItemComo funciona
DiasSegundas, quintas, sextas, sábados, domingos e feriados
HorárioDas 9h às 17h
PreçoGratuito
AgendamentoObrigatório, em congressonacional.leg.br/visite
GrupoAté 50 pessoas
DuraçãoCerca de 50 minutos
Chegada30 minutos antes do horário marcado
DocumentoOriginal com foto; cópia simples não vale
Contatovisite@senado.leg.br e visitas@camara.leg.br

Por onde entrar e onde deixar o carro

Às segundas, sextas, fins de semana e feriados, a entrada é pela rampa principal, de frente para a Esplanada dos Ministérios. O grupo é recebido no Salão Negro. Às quintas, a entrada muda: é pela Chapelaria, no Salão Branco, no subsolo.

Ônibus de excursão e carros de passeio podem parar na Alameda dos Estados, a via em frente ao palácio onde ficam as bandeiras dos estados. O desembarque de visitantes também é ali. Quem tem credencial de pessoa com deficiência pode desembarcar no estacionamento do Anexo 1 do Senado.

A própria organização recomenda transporte público, táxi ou aplicativo, porque o estacionamento tem vaga limitada.

Tabela com os dias e horários das visitas em inglês, francês, espanhol e Libras no Congresso Nacional
Inglês e Libras têm horário fixo no fim de semana; nos dias úteis, só com agendamento antecipado.Arte: Daqui de Brasília, com dados do programa Visite o Congresso

O que muda se você já tinha o costume de aparecer sem avisar

Até agora dava para chegar na rampa e esperar a próxima leva. Essa porta fechou. Sem reserva feita pelo site, a equipe não inclui o visitante no grupo.

O cancelamento é feito pelo link que vem no e-mail de confirmação. Quem não achar o e-mail pode escrever para visite@senado.leg.br ou visitas@camara.leg.br.

O que o roteiro mostra por dentro

A visita passa pelo Salão Negro, pelo Salão Branco, pelo Salão Verde, pelo Salão Azul, pelo Túnel do Tempo e pelos plenários da Câmara e do Senado. No caminho há esculturas, bustos, mobiliário e obras de artistas como Athos Bulcão, Di Cavalcanti e Mariane Peretti.

O acesso ao plenário muda conforme o dia. Em dia útil, o grupo entra pela galeria, o anel de cima reservado ao público. No fim de semana e no feriado, entra por baixo, pela porta principal, no mesmo caminho que os parlamentares usam.

Não é permitido andar sozinho pelo palácio. O percurso só acontece com mediador do Senado ou da Câmara, e agente de turismo não pode conduzir grupo lá dentro.

O que pode e o que não pode levar

Fotografar e filmar é liberado, sem flash, com câmera não profissional. Se houver sessão no plenário, a regra aperta. Tocar nas obras de arte é proibido em qualquer situação.

O palácio não tem guarda-volumes. Fica de fora:

  • bolsa, sacola ou mochila de tamanho grande
  • mochila nas costas, que precisa ser levada à frente do corpo
  • comida e bebida
  • bastão de selfie, tripé e equipamento parecido
  • guarda-chuva
  • faixa, cartaz e banner

Em dia útil, entra quem estiver de calça, camisa ou camiseta com manga, vestido ou saia. Bermuda, short, regata e chinelo barram a entrada, com exceção para crianças de até 12 anos. Para as áreas onde há sessão ou reunião, homens precisam de terno e gravata. No fim de semana e no feriado, roupa informal está liberada.

Acessibilidade e visita em outro idioma

O programa tem atendimento em Libras, presencial e por videochamada com intérprete, cadeira de rodas manual, triciclo e quadriciclo motorizados, protetores auditivos e cordão de girassol. Também há audiodescrição e material em braile em alguns pontos do percurso.

Existe uma Sala de Acomodação Sensorial, um espaço com menos estímulo para quem precisar de pausa. Ela não exige laudo nem diagnóstico, e pode ser usada por qualquer visitante, acompanhado se for o caso.

Informar a necessidade no momento do agendamento não é obrigatório, mas ajuda a equipe a separar o recurso com antecedência.

O que fazer antes de sair de casa

Entre em congressonacional.leg.br/visite, escolha dia e horário, e guarde o e-mail de confirmação. Separe o documento original com foto de cada pessoa do grupo. Programe a chegada 30 minutos antes. Se a ideia for assistir a uma sessão do plenário, o caminho é outro: isso se faz fora do programa de visitação, conferindo antes a agenda do Congresso.

O prédio já apareceu por aqui em outro papel: em setembro, a cúpula do Congresso ficou amarela pela campanha de prevenção ao suicídio. Para quem monta roteiro de cartão-postal na cidade, a cúpula do 9º andar da Torre de TV Digital também abre para visitação.

Todas as regras citadas nesta reportagem estão na página oficial do programa Visite o Congresso e na seção de perguntas frequentes do mesmo site.

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