Parque sonoro itinerante chega à Estrutural e alcança 14 regiões do DF
Diversom ZaS fica no CEPI Sabiá Laranjeira até 4 de outubro e no CEPI Baru de 5 a 9, com brinquedos que respondem ao movimento com som
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Um parque de brinquedos que toca chegou à Estrutural e a Arniqueiras. O Diversom ZaS, projeto de música para crianças de 0 a 6 anos, cumpre até 9 de outubro as três últimas etapas da circulação e passa a alcançar 14 regiões administrativas do Distrito Federal.
A itinerância começou no CEPI Jandaia, no Sol Nascente, onde o parque ficou de 21 a 28 de setembro. De 28 de setembro a 4 de outubro o equipamento fica no CEPI Sabiá Laranjeira, em Arniqueiras. De 5 a 9 de outubro, encerra no CEPI Baru, na Estrutural.
As atividades acontecem dentro dos Centros de Educação da Primeira Infância e atendem a comunidade escolar de cada unidade. Não é programação de praça nem de shopping.
Os CEPIs são as unidades da rede pública do Distrito Federal dedicadas à educação infantil. Levar o equipamento para dentro delas muda quem alcança o projeto: atende a criança que já está matriculada, e não a que a família consegue levar a um equipamento cultural do Plano Piloto.
O que são os brinquedos sonoros
O parque não é um playground comum. Cada estrutura responde ao movimento da criança com som, e foi desenhada para a faixa que ainda não fala ou está começando a falar.
- Gangorrinha de bolinhas: mistura movimento e estímulo sonoro
- Escorregador sensorial: tem texturas diferentes e respostas acústicas
- BalanSOM: transforma o balanço em experiência rítmica
- Arvorezinha Sonora: reage ao movimento das crianças
- Cavalinho Pó-có-tó: recria o som do galope
- Canoa Sonora e instrumentos percussivos melódicos adaptados

Antes de virar parque, o projeto passou por uma etapa de pesquisa sobre materiais, possibilidades acústicas e soluções de engenharia apropriadas para criança pequena. Segurança e acessibilidade entraram no desenho desde o começo.
Quem faz e com que dinheiro
O Diversom ZaS é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O FAC é o principal mecanismo de financiamento cultural do GDF.
O projeto nasceu do universo do Parque Diversom, já conhecido na cidade, e foi desenvolvido especificamente para a primeira infância. Os criadores são Luciano Porto e Márcio Vieira.
"A música, o som e o brincar são ferramentas fundamentais no desenvolvimento cognitivo, emocional e afetivo, especialmente nos primeiros anos de vida", afirma Luciano Porto.
Márcio Vieira descreve o que cada estrutura tenta provocar. "A criança brinca, mas ao mesmo tempo experimenta ritmo, escuta, coordenação motora, equilíbrio e criatividade", diz.
As oficinas para educadores
Além do parque, cada unidade recebe uma oficina de sensibilização musical voltada à comunidade escolar. As duas próximas já têm data e hora marcadas.
- CEPI Sabiá Laranjeira, Arniqueiras: oficina em 28 de setembro, das 9h às 10h30
- CEPI Baru, Estrutural: oficina em 5 de outubro, das 9h às 10h30
Serviço
| Item | Informação |
|---|---|
| Projeto | Diversom ZaS, parque sensorial sonoro itinerante |
| Público | crianças de 0 a 6 anos da comunidade escolar dos CEPIs |
| Arniqueiras | CEPI Sabiá Laranjeira, de 28 de setembro a 4 de outubro |
| Estrutural | CEPI Baru, de 5 a 9 de outubro |
| Sol Nascente | CEPI Jandaia, encerrado em 28 de setembro |
| Oficinas | 28/9 e 5/10, das 9h às 10h30, em cada unidade |
| Alcance | 14 regiões administrativas do DF |
| Financiamento | Fundo de Apoio à Cultura da Secec-DF |
| Criação | Luciano Porto e Márcio Vieira |
Pai ou mãe de criança matriculada em uma das duas unidades deve procurar a direção do CEPI para saber o dia em que a turma usa o parque. A circulação não tem inscrição aberta ao público geral.
O Daqui de Brasília acompanha o que sai do fundo de cultura do GDF, incluindo a retomada da análise de 1.950 projetos culturais, e a agenda infantil da cidade, como a corrida do Dia das Crianças no Parque da Cidade.
Encerrada a etapa da Estrutural, em 9 de outubro, o projeto fecha a circulação atual. Novas datas dependem de nova chamada, e o calendário costuma sair pelos canais da Secec e dos próprios realizadores.
Informações repassadas à redação pela assessoria.