Cultura & Lazer

Café Som Viola celebra 70 anos da Candangolândia com show grátis no sábado (7)

Duas duplas caipiras, café da manhã colaborativo e feira de artesanato no Museu Vivo da Memória Candanga, das 9h às 12h

Neste texto3 tópicos
  1. Quem sobe ao palco
  2. De onde vem o Café Som Viola
  3. Serviço

O Museu Vivo da Memória Candanga, no Núcleo Bandeirante, recebe no sábado, 7 de novembro, das 9h às 12h, a 7ª edição do Café Som Viola. A entrada é gratuita, a classificação é livre e o encontro deste mês homenageia os 70 anos da Candangolândia com música caipira de raiz.

O projeto reúne artistas, famílias e moradores numa manhã de convivência, com café da manhã colaborativo: cada pessoa leva algo para dividir na mesa. A programação inclui ainda feira de artesanato, roda de prosa e palco aberto, onde músicos e integrantes da comunidade podem se apresentar.

Quem sobe ao palco

Duas duplas fazem os shows da manhã. Dyego e Gustavo se formaram no cenário musical do Distrito Federal e do Entorno e trabalham com clássicos caipiras e ritmos tradicionais, como o pagode de viola. A dupla já se apresentou em programas dedicados à cultura caipira, entre eles o Brasil Caipira, exibido pela TV Câmara e apresentado por Luiz Rocha. Entre os trabalhos de Dyego e Gustavo está o álbum "Viola de Pau Brasil".

Dyego Violeiro, nome artístico de Onicio Rosa da Silva, nasceu na zona rural de Minas Gerais. Além de tocar e dar aulas, ele é luthier e constrói violas caipiras.

A outra dupla é formada por Edy Myranda e Lucas Telles, dois artistas com deficiência visual que desde 2018 se dedicam a preservar e divulgar a música caipira tradicional brasileira, com arranjos para viola e violão. Para 2026, os dois planejam reunir repertório para gravar um álbum.

De onde vem o Café Som Viola

A iniciativa é do produtor cultural Volmi Batista, presidente emérito do Clube do Violeiro Caipira. O projeto surgiu para fortalecer os laços entre as comunidades do chamado Núcleo Pioneiro, que engloba Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Park Way. O formato de café colaborativo, segundo a organização, serve para que o público participe com comida, artesanato, histórias e música.

Além de música, o Café Som Viola acolhe dança, poesia, literatura e pintura. A organização informa que o projeto prevê oito edições ao longo do ano, sempre no mesmo local, em datas como o aniversário de Brasília, o Dia das Mães, os festejos juninos, o Dia Nacional da Música e da Viola Caipira e os aniversários da Candangolândia e do Núcleo Bandeirante.

A Candangolândia é uma das localidades ligadas à construção da capital. A edição de sábado reforça esse vínculo ao colocar a memória dos pioneiros no centro da programação, dentro de um espaço que guarda parte dessa história.

Quem não puder ir ao museu acompanha a transmissão ao vivo no canal do Clube do Violeiro Caipira, no YouTube. O clube também mantém perfil no Instagram (@clubedovioleirocaipira) e página no Facebook. Informações adicionais com a VBS Produções, pelos telefones (61) 99931-7019 e (61) 99964-7945.

Serviço

  • Quando: sábado, 7 de novembro, das 9h às 12h
  • Onde: Museu Vivo da Memória Candanga, Núcleo Bandeirante (DF)
  • Quanto: gratuito, classificação livre
  • Programação: Dyego e Gustavo, Edy Myranda e Lucas Telles, roda de prosa, feira de artesanato e palco aberto

Informações repassadas à redação pela assessoria do evento. Confira a programação oficial nos perfis do Clube do Violeiro Caipira antes de sair de casa.