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DF terá 100 coletores de roupas usadas até dezembro de 2027; 9 chegam em novembro

Governo também prevê pontos de entrega de vidro e de eletroeletrônicos, mas os endereços ainda não foram divulgados

Neste texto3 tópicos
  1. Cronograma dos coletores de roupas
  2. Vidro e eletrônicos
  3. O que fazer enquanto os pontos não saem

O Distrito Federal vai ganhar 100 coletores de roupas usadas até dezembro de 2027, dos quais nove devem ser instalados já em novembro de 2026. A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) formalizou três acordos de cooperação técnica com organizações da sociedade civil para ampliar a rede de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) de roupas, vidro e eletroeletrônicos.

Os endereços dos novos pontos ainda não foram divulgados. A Sema-DF diz que vai publicá-los nos próprios canais, conforme o cronograma de instalação, junto com a lista do que cada ponto aceita.

Cronograma dos coletores de roupas

A frente têxtil integra o Projeto Repense Reuse. A primeira etapa tem 35 pontos, distribuídos assim:

  • novembro de 2026: 9 coletores;
  • dezembro de 2026: 6;
  • janeiro de 2027: 5;
  • fevereiro de 2027: 15.

Entre março e dezembro de 2027, mais 65 pontos entram em funcionamento aos poucos e completam os 100 previstos.

Os coletores também vão receber peças que não têm mais condição de uso. Em vez de ir para o lixo comum, esse material segue para reciclagem, que reaproveita fibras e outros componentes do tecido.

Vidro e eletrônicos

Os outros dois acordos tratam de vidro e de equipamentos eletroeletrônicos. No caso do vidro, a previsão é de PEVs específicos em diferentes regiões administrativas. Para os eletrônicos, a Sema-DF fala em ampliar a rede que recebe aparelhos descartados pela população. A nota não informa quantos pontos serão abertos nessas duas frentes nem datas de instalação.

O secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana, afirmou que a previsão de chegar a 100 coletores permitirá "ampliar gradualmente o acesso da população à reciclagem de resíduos têxteis". A governadora Celina Leão disse que aproximar os pontos de coleta da população cria condições para que roupas, vidros e equipamentos eletrônicos tenham destinação adequada.

A Sema-DF enquadra as medidas na economia circular, conceito que busca manter produtos e materiais em uso pelo maior tempo possível e reduzir a geração de resíduos. Na prática, a ideia é que a roupa, o vidro e o aparelho descartados voltem à cadeia produtiva em vez de acabar no aterro.

O que fazer enquanto os pontos não saem

Até a lista oficial aparecer, quem quer se desfazer de roupas, vidro ou aparelhos pode acompanhar os canais da Sema-DF e a Agência Brasília. O Repense Reuse é um projeto de coleta têxtil que já opera em outros estados do país; o cronograma acima vale só para o Distrito Federal.

O destino do lixo também é pauta em outras frentes do GDF. O SLU abriu licitação para ampliar o aterro sanitário, e o GDF reuniu cooperativas de reciclagem após o incêndio na Centcoop.

Fonte: Agência Brasília, com informações da Sema-DF, em 3/11/2026.