Cultura & Lazer

Microutopias Cotidianas tem sessões gratuitas no Centro de Dança do DF

Espetáculo de percurso da Anti Status Quo acontece em 26, 27 e 28 de agosto, às 9h30, com agendamento por e-mail

O espetáculo "Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar", da Anti Status Quo Companhia de Dança, tem sessões gratuitas no Centro de Dança do Distrito Federal nos dias 26, 27 e 28 de agosto, sempre às 9h30. A obra tem direção de Luciana Lara e leva o público para um percurso a pé pelo entorno do equipamento.

Cada sessão do público geral dura 90 minutos e atende até 20 pessoas. As apresentações são acessíveis a pessoas com deficiência auditiva. O agendamento é feito pelo e-mail microutopiasasq@gmail.com.

Uma caminhada pelo Setor Bancário Norte

A proposta parte do Centro de Dança do DF e atravessa espaços de circulação diária da região central de Brasília, entre os setores Bancário e Hoteleiro Norte. A ideia é olhar para paisagens urbanas que passam despercebidas na rotina de quem trabalha ali.

No dia 29 de agosto, também às 9h30, a companhia apresenta a versão desenhada para pessoas com deficiência visual. Essa sessão dura 60 minutos, tem 10 vagas e conta com acompanhamento individual de um performer durante todo o trajeto.

A temporada faz parte de um projeto mais amplo, que inclui debates, oficina e residência artística no Centro de Dança. As apresentações vêm sendo realizadas de quarta a sábado ao longo do mês de agosto.

Serviço

  • O quê: "Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar", da Anti Status Quo Companhia de Dança, com direção de Luciana Lara
  • Quando: 26, 27 e 28 de agosto, às 9h30 (público geral, 90 minutos, 20 vagas por sessão)
  • Sessão com audiodescrição: 29 de agosto, às 9h30 (pessoas com deficiência visual, 60 minutos, 10 vagas)
  • Onde: ponto de encontro no Centro de Dança do Distrito Federal, Setor Bancário Norte
  • Quanto: gratuito, com agendamento prévio pelo e-mail microutopiasasq@gmail.com

O Centro de Dança do DF é um dos equipamentos culturais mantidos pelo governo do Distrito Federal e concentra parte da programação de dança contemporânea da cidade. O espaço também abre turmas de aulas ao longo do ano, como as vagas gratuitas do segundo semestre.

A Anti Status Quo é uma das companhias de dança contemporânea mais antigas em atividade no Distrito Federal e trabalha há anos com criações que saem da caixa cênica e ocupam a cidade. Espetáculos de percurso como este funcionam em grupos pequenos justamente porque o público se desloca junto com os intérpretes pelo espaço urbano.

Quem for participar deve considerar o horário de início, às 9h30, e a duração de uma hora e meia no caso das sessões abertas ao público geral. Como o trajeto é feito a pé e ao ar livre, calçado confortável, protetor solar e garrafa de água ajudam, sobretudo no período seco de Brasília.

Como as sessões têm número reduzido de vagas e exigem confirmação por e-mail, quem tem interesse deve escrever com antecedência e indicar a data pretendida.

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